sexta-feira, 30 de junho de 2006

Paixão! Tudo de bão!

Meus caros amigos,

É nessas horas que eu penso...

De que adianta experiência, competência e até mesmo a paciência em momentos extremos sentimentais?

De que adianta ter passado por várias adversidades com um relevante parcela de sucesso?

De que adianta ser calejado e escaldado?

De que adianta ser tudo isso e desmoronar diante da pressão e da força que exerce um pedaço de músculo com o tamanho de uma mão fechada dentro do nosso peito?

Como é que da pra competir com essa coisa?

Como é que eu posso conhecer o antídoto para a paixão, que me deixa sem direção?

São as perguntas que venho me fazendo ao longo dos dias...

E agora José?

E digo mais...
talvez menos experiência fosse ideal para me fazer ser mais passional nesse momento, mas a alma calejada e as costas que já sentiram o peso da paixão, me fazem dosar de mais as minhas vontades e os meus desejos...

Minha cautela nesses momentos chega a ser irritante!

É isso ai meus amigos... Vivendo e se apaixonando... E... Vamos ver como que fica...

Abraços. E escrevam... Preciso de conselhos!

quarta-feira, 21 de junho de 2006

Hey!? Tá chegando!?

Caros amigos,

Aprendi estudando engenharia o quão é fundamental o referencial. Este nos coloca onde quer que seja e nos manda para um outro lugar qualquer. Aí colocamos os pés na estrada, passam horas e horas e você chega a um lugar.

Então te perguntam sobre o que gostou na estrada. Você responde que não agüentava mais, sendo que o que mais queria era o fim dela. Nesse momento te perguntam se quando percebeu que o pneu tinha furado, notou que havia um pote com fotos do ensaio fotográfico da vocalista do Babado Novo (e eu jurando que foi uma boa piada!) ????

É, esteve ao lado dele... Análogamente temos a parte que tentamos entender o que estamos fazendo aqui, experiências, tentativa e erro, sentir-se perdido, mas aonde se quer chegar? Pense: Se levarmos três anos para chegar onde queremos e não curtirmos a estrada serão 3 anos de angústia.

Questão: Já perceberam onde está o pote? Será que é por aí ou seria mais uma balela dessas que podiam estar seguramente numa dessas mensagens (insuportáveis) de powerpoint!?

Abraços.

quarta-feira, 14 de junho de 2006

Questão!

Caros amigos,

Em um primeiro momento digo que o texto justificado é muito mais simétrico e combina mais com o alinhamento do monitor, logo, os argumentos que utilizaram contra tal tipo de formatação não foram suficientes.

Bom, hoje não tenho muito a colocar e deixarei apenas uma questão. Antes disso, digo também que reconheço que a premiação com a mariola mole não é lá muito digna. Então, desta vez, deixarei duas, eu disse, duas mariolas moles para quem souber!

Questão: Sabendo que na atual conjuntura a amizade feminina é largamente encarada com maus olhos por muitos, e que, sabendo que no ato de uma demonstração de um algo mais as meninas, em muitos casos, dizem que o que querem é apenas a amizade, por que essa amizade não é efetivamente dada? Valendo!

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Esperança

Caros amigos,

Uma vez ouvi uma frase em latim que dizia “Sem esperança, sem medo”.
Me pergunto se é verdade. Será que o medo vem da esperança? Será que o medo nada mais é do que um conjunto de expectativas não cumpridas? Será o medo uma simples previsão do futuro?

Confesso que costumo tentar seguir isso. Quando conheço uma pessoa (e não necessariamente falo em termos de relacionamento amoroso), sempre tento não criar expectativas, talvez por experiências negativas no passado, talvez por puro cinismo, não sei. O fato é que sempre que esperei muito de alguem, recebi pouco, e por vezes esperava pouco e recebi muito.

Por outro lado, a esperança é o combustível da humanidade. Será que os navegadores teriam descoberto a América se não esperassem encontrar alguma coisa no mar? Será que o cara que inventou o pára-quedas teria pulado de um penhasco com um pedaço de pano amarrado nas costas se não tivesse esperança que daria certo?

Mas se toda esperança traz um medo associado, seria o medo necessário? Seria o medo inevitável? Será que no fim das contas os budistas estão certos, e o sofrimento é inevitável?
Não sei vocês, mas eu ainda tenho a esperança de que não...