terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Note...

Caros Amigos,

Passei um tempinho passando por outros blogs e percebi que momentos felizes são pouco comentados. Não encontrei com facilidade alguém que fizesse um post para falar o quão feliz se encontrara. O comum era comentários sobre situações desconfortáveis, hilárias ou apenas tristes. Já notaram isso!?

Pois bem, isso demanda de um enorme desejo que tenho de escrever mas falar sobre momentos felizes não me apetece. Parece que não provoca nada e como não provoca, parece vago jogar tal momento no espaço, logo, estou sem muitas novidades. Ah sim, eu podia começar a desejar todas as coisas que desejam fim de ano mas quer saber, ainda faltam aí 3 semanas.

Faz sentido isso!?

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Eleicões 2006. Você "tomando" outra vez!

Caros amigos...

A muito que não escrevíamos aqui.

Pois bem, estou disposto a escrever, e não vai ser mole não.

Resolvi escrever a respeito de política. Mas não é da política propriamente dita, e sim sobre a tal eleição.

Pra início de conversa não sou fanático nem extremista. Mas tenho lá minhas considerações a faze: O fato é que eu não suporto (leia-se odeio com muita força) o Lula.

Mas vá lá... Se tratando dessas eleições, acho que ele vá ganhar, entretanto, conheço pouquíssimas pessoas que votam nele. Não consigo compreender isso. Me pergunto se sou eu que conheço um circulo muito seleto de pessoas ou se a eleição é uma farsa? Ou se as pesquisas são embustes, com a finalidade de sugerir aos indecisos e aos de opinião fraca?

Enfim, o fato é que o povo não lembra mais o que é mensalão. E mesmo que lembrasse, não é isso o importante. O importante é que esta eleição há de ser uma das mais importantes talvez dos últimos 20 anos, e esta sendo muito bem financiada. Por interesses que fogem ao entendimento de muitos cidadãos. Poucas pessoas sabem que são estes os políticos que irão votar a nova legislação tributária do país, e que isso vem a ser um fator extremamente determinante no futuro econômico da nação.

Logo, esses barbudos, carecas, estranhos, engraçados, carrancudos, toscos e afins que aparecem todos os dias na nossa televisão, irão diretamente influenciar na nossa situação financeira.
Portanto meus caros amigos, vamos votar bem e conscientes!

Vamos tentar moralizar o país com a ferramenta que temos!

Abraços.

segunda-feira, 17 de julho de 2006

Estranho...

Caros Amigos,

Acho que sou mutante. Depois de muito, muito tempo resolvi escutar parte das pessoas, um dos assuntos contemplados foi a minha necessidade de trocar de óculos. Para tal corri com nosso amigo Fábio pelas ruas do centro de modo a encontrar um modelo parecido com o meu. Afinal, depois de determinado tempo é fato que muitos se acostumam com determinadas coisas. Não encontrei e me revoltei. Estava para mandar fazer um totalmente diferente. Apesar contrariado pelo conceito de vida útil que, também se aplicou a meus óculos atuais.

Ao fechar praticamente o contrato fui chamado de louco por minha irmã que estava conosco. Isto porque o exame que eu tinha já estava para fazer dois aninhos sendo o mais prudente ter um ao menos atual. Então, morte à questão foi o que tivemos. Quatro longos meses depois resolveram fazer outro exame para escutar que se não fosse pelo estado dos óculos eu nem precisaria de outro. O médico fez uma nova receita, afinal, tinha que justificar de algum modo minha ida lá. Nesta estava prescrito 0,75 e 0,50 de miopia.

E, eu e minha curiosidade. Podia ter me dado por satisfeito por seu algo que em dois anos não apresenta mudança de grau, muito bom eu! Mas, cheguei a casa e queria a tal da certeza. Eu e o meu desejo profundo por certezas, peguei minha receita antiga e não estava prescrito 0,75 e 0,50 e sim nada mais nada menos que 0,50 e 0,75! Se tiverem contato com o Professor Xavier me digam, preciso falar com ele...

Abraços.

sexta-feira, 30 de junho de 2006

Paixão! Tudo de bão!

Meus caros amigos,

É nessas horas que eu penso...

De que adianta experiência, competência e até mesmo a paciência em momentos extremos sentimentais?

De que adianta ter passado por várias adversidades com um relevante parcela de sucesso?

De que adianta ser calejado e escaldado?

De que adianta ser tudo isso e desmoronar diante da pressão e da força que exerce um pedaço de músculo com o tamanho de uma mão fechada dentro do nosso peito?

Como é que da pra competir com essa coisa?

Como é que eu posso conhecer o antídoto para a paixão, que me deixa sem direção?

São as perguntas que venho me fazendo ao longo dos dias...

E agora José?

E digo mais...
talvez menos experiência fosse ideal para me fazer ser mais passional nesse momento, mas a alma calejada e as costas que já sentiram o peso da paixão, me fazem dosar de mais as minhas vontades e os meus desejos...

Minha cautela nesses momentos chega a ser irritante!

É isso ai meus amigos... Vivendo e se apaixonando... E... Vamos ver como que fica...

Abraços. E escrevam... Preciso de conselhos!

quarta-feira, 21 de junho de 2006

Hey!? Tá chegando!?

Caros amigos,

Aprendi estudando engenharia o quão é fundamental o referencial. Este nos coloca onde quer que seja e nos manda para um outro lugar qualquer. Aí colocamos os pés na estrada, passam horas e horas e você chega a um lugar.

Então te perguntam sobre o que gostou na estrada. Você responde que não agüentava mais, sendo que o que mais queria era o fim dela. Nesse momento te perguntam se quando percebeu que o pneu tinha furado, notou que havia um pote com fotos do ensaio fotográfico da vocalista do Babado Novo (e eu jurando que foi uma boa piada!) ????

É, esteve ao lado dele... Análogamente temos a parte que tentamos entender o que estamos fazendo aqui, experiências, tentativa e erro, sentir-se perdido, mas aonde se quer chegar? Pense: Se levarmos três anos para chegar onde queremos e não curtirmos a estrada serão 3 anos de angústia.

Questão: Já perceberam onde está o pote? Será que é por aí ou seria mais uma balela dessas que podiam estar seguramente numa dessas mensagens (insuportáveis) de powerpoint!?

Abraços.

quarta-feira, 14 de junho de 2006

Questão!

Caros amigos,

Em um primeiro momento digo que o texto justificado é muito mais simétrico e combina mais com o alinhamento do monitor, logo, os argumentos que utilizaram contra tal tipo de formatação não foram suficientes.

Bom, hoje não tenho muito a colocar e deixarei apenas uma questão. Antes disso, digo também que reconheço que a premiação com a mariola mole não é lá muito digna. Então, desta vez, deixarei duas, eu disse, duas mariolas moles para quem souber!

Questão: Sabendo que na atual conjuntura a amizade feminina é largamente encarada com maus olhos por muitos, e que, sabendo que no ato de uma demonstração de um algo mais as meninas, em muitos casos, dizem que o que querem é apenas a amizade, por que essa amizade não é efetivamente dada? Valendo!

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Esperança

Caros amigos,

Uma vez ouvi uma frase em latim que dizia “Sem esperança, sem medo”.
Me pergunto se é verdade. Será que o medo vem da esperança? Será que o medo nada mais é do que um conjunto de expectativas não cumpridas? Será o medo uma simples previsão do futuro?

Confesso que costumo tentar seguir isso. Quando conheço uma pessoa (e não necessariamente falo em termos de relacionamento amoroso), sempre tento não criar expectativas, talvez por experiências negativas no passado, talvez por puro cinismo, não sei. O fato é que sempre que esperei muito de alguem, recebi pouco, e por vezes esperava pouco e recebi muito.

Por outro lado, a esperança é o combustível da humanidade. Será que os navegadores teriam descoberto a América se não esperassem encontrar alguma coisa no mar? Será que o cara que inventou o pára-quedas teria pulado de um penhasco com um pedaço de pano amarrado nas costas se não tivesse esperança que daria certo?

Mas se toda esperança traz um medo associado, seria o medo necessário? Seria o medo inevitável? Será que no fim das contas os budistas estão certos, e o sofrimento é inevitável?
Não sei vocês, mas eu ainda tenho a esperança de que não...

domingo, 28 de maio de 2006

Saudades...

Caros amigos,


Tava pensando aqui, em alguém que não mais verei.

Como sabem, me sinto determinadas vezes como um garoto de 12 anos.


Quando numa tarde de verão (férias), você não quis ir andar de bicicleta com seus amigos. De repente começa a chover. Chuva de verão. A chuva acaba, e eles voltam sorrindo, gargalhando, brincando... e naquele momento você tem uma vontade enorme de não ter ficado em casa, sente uma coisa que não sabe explicar, uma saudade do que não participou, talvez arrependimento. Mas logo em seguida você pega a sua bicicleta, e seus amigos vão andar com você, dentro do seu peito, aquela vontade imensa de que chova novamente, vontade de recuperar o tempo perdido por opção. Não chove. Você e seus amigos começam então a passear sobre as poças de água que ficaram na rua. Não foi reescrita uma historia com chuva, foi escrita uma nova historia com as poças de água que ela deixou. E a diversão é tão boa quanto a anterior.

Não é essa a definição de saudade. É disso que eu sinto saudade.

Se eu fosse um garoto de 12 anos, a qualquer momento poderia pegar minha bicicleta e reescrever uma nova historia sobre as poças de água que a vida deixou.

Depois que se deixa de ter 12 anos, as poças de água secam muito mais rápido. É irreversível esse processo. Resta-nos a lembranças de poças de água que poderiam ter servido para alimentar nossas historias.

A Saudade que eu sinto é de não poder voltar atrás e encontrar as poças de água, ou, encontra-las secas, sem chance de escrever uma nova historia!

É mais ou menos assim que se sente saudade sem que a vida tenha te dado “pelo menos” a oportunidade de encontrar uma poça de água.

As poças secaram com a pessoa que se sente saudade, e o que me resta... É lembrar dela como a chuva. Forte, intensa... Presente como a CHUVA DO VERÃO!

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Escolha do nome do filho de uma mãe coruja.

Meus caros amigos,

sei que estou em falta com este lugar. Ao contrário do que pensam, continuo em falta, pois o que eu vim trazer para vocês hoje não é de minha autoria, mas, sim, de uma certa mãe que todos aqui bem conhecem.

Ouvi essa semana, quando cortava o cabelo, o ditado: "manda quem pode, obedece quem tem juízo". Como tenho juízo, segue o texto:


"Eu, como a grande maioria das mulheres, sempre desejei ser mãe. Eu, como a grande maioria das mulheres, sempre desejei ser mãe de uma menina. Acho que a gente fica querendo criar um “espelho” pra gente.Então, quando eu estava grávida, me sentia como a grande maioria das mulheres. Torcia pra que meu bebê nascesse com saúde, mas tinha uma pontinha (nem tão pontinha assim) desejava muito que esse bebê pudesse ser o “espelho” com que a grande maioria das mulheres sonha.

E nessa minha torcida pelo “bebê espelho” só conseguia escolher nomes para menina – meu bebê se chamaria Ana Carolina. É bom lembrar que, embora meu filho não seja tão idoso assim, na época que estava grávida a ultrassonografia não era tão utilizada como é hoje. Assim, sem saber o sexo do meu bebê, durante o maior tempo da gravidez fiquei pensando somente nesse nome.

Mas meu instinto matenal falou mais alto e, quando foi se aproximando o fim da gravidez, alguma coisa me disse que meu bebê não seria o “espelho” que planejei. Foi quando resolvi procurar um nome para um bebê masculino. Vocês não têm idéia como é difícil escolher nome para bebês...

Comecei a pronunciar, a ler, a combinar com os sobrenomes, a olhar “no mercado” se tinha muitos bebês com o mesmo nome, se tinha na família, no prédio, nas manchetes de jornais, consultar o gosto do pai, ver em revistas especializadas... Depois de tudo isso o nome escolhido foi EDUARDO: nome bem masculino, com pronúncia sonora, com possibilidades de apelidos bonitinhos (Dudu, Edu, Duda, Duzinho...).

Bem, tudo acertado para o nome do meu bebê. Ia se chamar mesmo EDUARDO!

No dia mais feliz da minha vida (não preciso nem falar qual o dia mais feliz na vida de uma mãe coruja), fui pra maternidade pra receber meu bebezinho. Não é que meu instinto maternal realmente acertou? Era um bebezinho masculino – o nome já estava escolhido.

Parto findo, hora de voltar pro quarto e do bebê ir se produzir para visitar sua mãe (ele ainda não sabia como ela era coruja).

O primeiro contato que eu tive com o bebê foi muito pequeno e eu estava exausta por conta do parto que, além de ser muito doloroso, é também muito cansativo.No quarto, quase refeita do cansaço e da dor parto, estava ansiosa esperando meu bebê.

A enfermeira coloca nos meus braços aquele bebê lindo... lindo... muito lindo... espetacular... vermelhinho... o cabelo parecendo uma espiga de milho... Vocês não têm idéia como era lindo!

Nesse momento eu precisava fazer alguma coisa para compensar tanta beleza. Resolvi então presenteá-lo com mais um nome: LUIZ.

Meu bebê, por ser tão lindo, passou então a se chamar LUIZ EDUARDO!"


Abraços (do filho honorário de um nome só)!

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Sentimento de culpa...

Caros amigos,

Tenho um amigo que está com um problema em seu laboratório. Tal problema é com um coração que destruiu, fato este que o fez se sentir extremamente culpado. Confesso que o coração que foi destruído não era nada esperto mas... Enfim, tal coração disse que não o queria quando queria e ainda, disse para um terceiro coração disposto a tal, que podia tranquilamente seguir em frente.

Logo, o terceiro coração partiu fortemente para resolver a questão. Meu amigo entendera que se tinha um coração dizendo que não queria e outro querendo, não havia mal algum em aceitá-lo. Porém, no momento do aceite, o coração nada esperto se manifestou cortando relações com o mundo inteiro e seguindo seu caminho profundamente magoado... O que dizer para meu amigo?
Abraços.

terça-feira, 9 de maio de 2006

Crescer é...

Meus caros amigos,

lendo os nossos ultimos textos, notei um padrão temático. A maioria deles reflete um aprendizado; reflete uma busca; reflete um crescimento. Nossa busca por aprendizado, nosso aprendizado durante o crescimento. Seja o relacionamento que dá certo, seja o que dá errado. Seja com pai e mãe, seja em si mesmo.

Somos cientistas realizando experiências no laboratório do mundo, uma experiência chamada vida. Cada vez que leio sobre um relato amoroso de alguem por exemplo, me sinto como quem lê numa revista científica sobre a última experiência do doutor fulano de tal e pensa: "Uau! Que descoberta!" ou então "Ah, isso eu já testei no meu laboratório e também não deu certo".

Estamos todos nos descobrindo. Estamos todos descobrindo o mundo. Estamos todos crescendo. E crescer dói. E crescer mata. E crescer é alegria. E crescer salva. Somos filhotes, tentando descobrir como sair do ninho sem nos machucarmos. Respiramos a cada segundo como quem esquece de morrer, olhamos pra baixo, olhamos pra cima, e voamos. Porque no fim, aprender a não cair, já é voar...

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Tomei um "bico" e me sinto feliz!

Meus caros amigos,

Semana passada eu comprei o filme que eu mais gosto, no intuito de presentear a pessoa a qual eu estou apaixonado e com que estava tendo um tipo de relacionamento. Como sou um cara um tanto quanto relapso, acabei protelando o presente. Melhor dizendo, eu esqueci de presentear a pessoa.

O fato é que, passado o final de semana, não existem mais motivos para presentear. Não existe mais uma relação. Não que eu não esteja apaixonado por ela (isso também não vai durar muito tempo, explico no final), mas ela não esta por mim, e chegamos ao consenso em que melhor mesmo é cada um viver a sua vida.

O fato é que mais uma experiência se deu no laboratório do mundo. (É Filipe, eu li o seu rascunho! Rs...) E foi uma experiência boa. Por mais que eu tenha minhas semaninhas ou até meses de “ovo-virado”, foi uma experiência boa sim. Foi com uma pessoa que acabou sendo sincera, o que acabou ajudando para que tudo não ficasse mal.

Me recupero... Fácil...

Voltando a falar do filme, tava agora escrevendo, e olhei para a estante e me perguntei o que eu iria fazer com ele, e tive várias idéias. A mais interessante é a seguinte.

O filme a partir de hoje, torna-se um amuleto, uma prova de que as paixões nem sempre são correspondidas, mas nem por isso precisamos ficar mal com isso.

Vou confessar que estou apaixonado, não mais serei correspondido, e não estou “tão” triste com isso. Não que eu não esteja triste, é lógico que estou. Mas to triste e estou feliz, e sinceramente não faço idéia de por que me sinto assim.

Então a partir de hoje, meus amigos, não sofram tanto com desilusões amorosas.

Lembrem-se do filme, o filme tem poder e nos faz se sentir melhor. A partir de hoje que estiver passando por alguma dificuldade ou desilusão, pode pedir que eu empreste o filme sem problemas.

Descobri que estar apaixonado e não ser correspondido pode não ser tão ruim. Não to mal com isso e me sinto mais disposto.



Abraços a todos e uma ótima semana!!!

Ps. Pequeno detalhe. O filme é apenas um amuleto, um apetrecho, um símbolo um negocio físico, uma caixinha retangular com um negocio redondo dentro. Na minha opinião (é o que eu acho) em hipótese alguma ele deve ser utilizado a fins de entretenimento. Principalmente por alguém que tenha um amor não correspondido, ou esteja passando por uma desilusão amorosa, digo nunca para que seja mantida a integridade física do sujeito.

Ps2. Quanto a não durar muito a paixão...

A paixão em mim é eterna, só vai mudar de endereço!

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Mais teoria...

Caros Amigos,

Madrugada comendo solta e eu ainda digerindo o que conversara com o Duda. Era algo sobre a receita da felicidade. Um tema com certa pretensão que de certa forma é a busca de muitos aqui. Parte do princípio da mudança, mudar para melhor, resolver a questão e aprender a lição, simples como beber água. Resolve-se com uma questão, se quer algo, o que precisa fazer para tal visto que esse algo o fará feliz!?

Dali partimos para o dia a dia, o tão simples quanto beber água fica tão complexo quanto o porquê de a mesma possuir um calor específico tão significativo. Parte-se para a luta e encontramos a falha, o erro. Talvez por pontos de vista diferentes, talvez por pessoas apresentarem diferenças, talvez por talvez. Então, caímos na parte que não somos ninguém sozinho, isto é, que pessoas precisam de pessoas e amigos, que são pessoas importantes, são as mais fundamentais na questão. Seria isso viver!?

Abraços.

quinta-feira, 27 de abril de 2006

Teoria...

Caros amigos,

Nem eu sei quem sou logo, pularei esta parte, vou iniciar questionando sobre algumas verdades do universo, me perguntariam se uma delas seria o porquê de existir amizade feminina!? Bem seria uma boa questão mas por hora nem é essa. Mas aqui, se souberem responder acho que a tal mariola mole cairá bem... Enfim, tenho passado os dias contando as novidades. No fundo queria mais, queria gritar para quem conseguisse ouvir que aqui dentro tem um cara que ao ler nosso primeiro post entendeu perfeitamente o que vem acontecendo com o mundo, a solidão acompanhada! Parece triste, contudo vendo por outro lado e baseado num livro que o Fábio me emprestou, posso arriscar um por quê. Este seria questão de foco.

O que é necessário é a completude e não simplesmente existir o alguém que substitua toda a ânsia de vazio. Posso dizer é que a idéia parta de se entender, se gostar, se suportar, para que quem queira, curta o seu entender, o seu gostar, o seu suportar... Sabem o nome disso? Eu também não nem tão pouco tentarei arriscar, mas enquanto que o foco for apenas o desespero, o grito, a clemência por algo, até que te percebam pode ser tarde demais. Mesmo porque sabemos que o que chamará atenção será algo interessante, belo, curioso e não o grito, a dor, o desespero...

Abraços.

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Amor em grãos....

Caros amigos,

A pouco li um e-mail de uma pessoa especial. No texto, esta pessoa me indaga sobre o significado de um trecho de uma música.

“Drão, o amor da gente é como um grão, uma semente de ilusão, tem que morrer pra germinar...”

Tento explicar em versos...

O amor é uma coisa nova, como se diz na música “Drão”

Porem tem origem do antigo, quando é denominado “Grão”

Disposto sempre a brotar, moderno e recente, quando falamos “Semente”

Conciliando imagens na mente do coração, quando se trata de “Ilusão”

Do que mais me lembro no amor é de sofrer, quando trata-se de “Morrer”

O ápice para o amante na conduta do amar, é o que culmina na ação de “Germinar”

Existem milhares de maneiras de tentar descrever o amor. Mas não há nada que seja tão eficaz quanto pensar no sol se juntando com o mar durante o poente... O beija flor parando no ar... A lagarta que vira borboleta...

O mundo é cheio de infinitos exemplos práticos do amor e da força que ele tem...

terça-feira, 25 de abril de 2006

Quem sou eu? - Parte II

Se eu fosse um texto com certeza não seria poesia. Hoje evito regras, mesmices. Não suportaria viver em estrofes cheia de rimas, mesmo que criativas. Porque, mesmo criativa sendo, seriam previsíveis.
Tão pouco seria redação com início, meio e fim. Quero que o fim seja diferente a cada ano que passa. Quero mudar constantemente os meios e que cada paragráfo seja um novo início.
Quero contar a minha história por sentimentos, por lembranças de sensações, de dores e de amores. Não quero a foto estática e imutável. A foto por si só não é nada sem a lembrança do momento.
Hoje, sou diferente a cada dia que passa porque, já que o dia passou, é melhor que tenha aproveitado. É melhor que tenha feito o que queria ter feito, mesmo não devendo fazer.
Tenho medo de errar, de perder. Mas tenho persistência para nunca desisitir. Minha energia deve sobrepor ao invés de impor limites.
Sou assim, a cada dia um, para que nunca escute "você não mudou nada!". Tolice maior num homem é ficar onde sempre esteve. É não modificar-se, não criticar-se, nem mesmo aos outros. Pense bem: boa parte das respostas para nós mesmos estão na forma como os outros vivem a vida.
Hoje sou liberdade muito mais que medo. Sou confiança muito mais que plano. Ainda assim, se tenho um bom plano para acabar com meus medos, não será difícil ganhar confiança para se livrar deles.
Hoje sou conflito, não sou nada e ainda assim essa é a única coisa que sou. Uma metamorfose constante, consciente e não perambulante.
Hoje esse sou eu, mas se puder levar algo para sempre, quero então garantir que não serei o mesmo amanhã.

sexta-feira, 21 de abril de 2006

Quem sou eu?

Caros amigos,

Sou um mas tenho várias faces
estou em grupo mas sou só
a vida prende-me em enlaces
com a destreza de um Miró

Quem de ti sabe a resposta
da pergunta que não cala:
Sou alguém de quem se gosta,
ou só alguém com quem se fala?

Sou quem? Sou quem?
estou disposto a tudo
a aflição não se contém

( Meu desespero é agudo,
o coração está mudo
mas não conte a ninguém)

atenciosamente,
Fillipe