Meus caros amigos,
sei que estou em falta com este lugar. Ao contrário do que pensam, continuo em falta, pois o que eu vim trazer para vocês hoje não é de minha autoria, mas, sim, de uma certa mãe que todos aqui bem conhecem.
Ouvi essa semana, quando cortava o cabelo, o ditado: "manda quem pode, obedece quem tem juízo". Como tenho juízo, segue o texto:
"Eu, como a grande maioria das mulheres, sempre desejei ser mãe. Eu, como a grande maioria das mulheres, sempre desejei ser mãe de uma menina. Acho que a gente fica querendo criar um “espelho” pra gente.Então, quando eu estava grávida, me sentia como a grande maioria das mulheres. Torcia pra que meu bebê nascesse com saúde, mas tinha uma pontinha (nem tão pontinha assim) desejava muito que esse bebê pudesse ser o “espelho” com que a grande maioria das mulheres sonha.
E nessa minha torcida pelo “bebê espelho” só conseguia escolher nomes para menina – meu bebê se chamaria Ana Carolina. É bom lembrar que, embora meu filho não seja tão idoso assim, na época que estava grávida a ultrassonografia não era tão utilizada como é hoje. Assim, sem saber o sexo do meu bebê, durante o maior tempo da gravidez fiquei pensando somente nesse nome.
Mas meu instinto matenal falou mais alto e, quando foi se aproximando o fim da gravidez, alguma coisa me disse que meu bebê não seria o “espelho” que planejei. Foi quando resolvi procurar um nome para um bebê masculino. Vocês não têm idéia como é difícil escolher nome para bebês...
Comecei a pronunciar, a ler, a combinar com os sobrenomes, a olhar “no mercado” se tinha muitos bebês com o mesmo nome, se tinha na família, no prédio, nas manchetes de jornais, consultar o gosto do pai, ver em revistas especializadas... Depois de tudo isso o nome escolhido foi EDUARDO: nome bem masculino, com pronúncia sonora, com possibilidades de apelidos bonitinhos (Dudu, Edu, Duda, Duzinho...).
Bem, tudo acertado para o nome do meu bebê. Ia se chamar mesmo EDUARDO!
No dia mais feliz da minha vida (não preciso nem falar qual o dia mais feliz na vida de uma mãe coruja), fui pra maternidade pra receber meu bebezinho. Não é que meu instinto maternal realmente acertou? Era um bebezinho masculino – o nome já estava escolhido.
Parto findo, hora de voltar pro quarto e do bebê ir se produzir para visitar sua mãe (ele ainda não sabia como ela era coruja).
O primeiro contato que eu tive com o bebê foi muito pequeno e eu estava exausta por conta do parto que, além de ser muito doloroso, é também muito cansativo.No quarto, quase refeita do cansaço e da dor parto, estava ansiosa esperando meu bebê.
A enfermeira coloca nos meus braços aquele bebê lindo... lindo... muito lindo... espetacular... vermelhinho... o cabelo parecendo uma espiga de milho... Vocês não têm idéia como era lindo!
Nesse momento eu precisava fazer alguma coisa para compensar tanta beleza. Resolvi então presenteá-lo com mais um nome: LUIZ.
Meu bebê, por ser tão lindo, passou então a se chamar LUIZ EDUARDO!"
Abraços (do filho honorário de um nome só)!
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5 comentários:
Ah, essa história o Duda já deve estar CARECA de saber... AHAHHAH
(não resisti ao trocadilho)
E olha, cabelo de espiga de milho!! Bem colheram o cabelo!! :P
Nota: dizem as más linguas que, hoje em dia, essa espiga de milho colhida, essa pessoa careca de saber, já não merece mais esses dois nomes.
Podem falar, podem zoar, mas é o carequinha aqui que tem essa mãezona coruja!!
Poxa, achava tão bonitinha minha estorinha de escolha de nome.. acho que nem todo mundo gosta tanto.. a careca do meu filho faz mais sucesso que a estorinha.. snif
ahahahahahahahah
Que a careca faz sucesso, ninguem discute...
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